Vamos iniciar entendendo que o seu conceito foi definido academicamente pela primeira vez em 1990, cinco anos depois o termo se popularizou por meio dos ensinamentos do psicólogo, escritor e Ph. D de Harvard, Daniel Goleman com a seguinte definição: “ subconjunto da inteligência social que envolve a capacidade de monitorar as próprias emoções e usar essa informação para guiar os pensamentos e ações”.

            Hoje temos uma visão mais recente e atualizada pela Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional que a define como um somatório de habilidades que tornam as pessoas capazes de administrar obstáculos da vida, aceitando e percebendo as emoções e as direcionando para o alcance dos melhores resultados em todos os setores da sua vida.

            Com esses conceitos claros conseguimos verificar nas organizações e nos relacionamentos que a inteligência emocional é mais importante que o quociente de inteligência (QI), pois não adianta ser extremamente inteligente e não conseguir lidar com as suas emoções. Concordam?

            E como equilibrar as nossas emoções? Essa é a grande questão, pois vivemos diante de um cenário em que a tecnologia acelera o ritmo das informações, temos que lidar com inúmeros problemas cotidianos, vivenciamos tensões diárias, decepções, tristezas…

            O segredo está no equilíbrio da razão e emoção, que nos permite tomar as melhores decisões, tanto na vida pessoal, como profissional.

            Cada pessoa tem os seus próprios mecanismos para se equilibrar que vão desde uma atividade física até uma conexão espiritual. Além dessas atividades podemos colocar em prática os conceitos do ciclo da realidade que envolvem o pensar, o falar, o sentir e o agir.

            Quando temos pensamentos e também falamos de forma positiva, atraímos bons sentimentos e dessa forma temos mais coragem e forças para agir. Precisamos ter ações diferentes para também ter resultados diferentes, se todo início de dia decidirmos fazer tudo igual então todo final de dia o resultado será exatamente igual. Faça o teste, ouse ser e fazer diferente.

            Tudo começa em nossa mente, podemos ter um Mindset fixo ou em pleno crescimento, podemos ter a popularmente conhecida síndrome de Gabriela que diz “ Eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim…” ou ter coragem de mudar, se adaptar as novas situações e principalmente crescer e aprender.

            O processo de crescimento é desafiador, pois temos dentro de nós o que chamamos de dualidade do ser humano. Somos luz e sombra, somos repletos de sentimentos bons, mas também temos muitos sentimentos ruins e isso é normal e importante também, mas certamente o que alimentamos irá crescer e dar frutos. Quando tomamos a decisão de nutrir dentro de nós as melhores emoções conseguimos levar uma vida com mais harmonia, serenidade, abundância, determinação, felicidade e paz. Eu quero muito e você?

Gislaine Novembre é formada em Administração de empresas, tem MBA em gestão de pessoas pela FUNDACE – USP Ribeirão Preto, graduanda em Psicologia e possui 06 certificações na área de Coaching pelo Instituto Brasileiro de Coaching. Possui 21 anos de experiência em gestão de pessoas, tralhando com todos os sistemas e subsistemas de recursos humanos, especialmente com   treinamento e desenvolvimento.

           A frente da consultoria 7 Flow Soluções tem como missão inspirar e desenvolver pessoas, equipes e líderes possibilitando o alcance de metas e objetivos.