Vereador Rodrigo Simões e entidades municipais reafirmam postura em relação ao número de vereadores

O vereador Rodrigo Simões (PDT) alinhado com entidades municipais, como a Casa do Contabilista e TERP – Associação dos Condutores de Transporte Escolar de Ribeirão Preto reitera a convicção da necessidade de garantir ao Poder Legislativo, o número de 22 vereadores atuando a partir do próximo processo eleitoral, no ano de 2021. A iniciativa garante a necessária representatividade aos munícipes, respeitando a contenção de recursos e respeito ao erário público.

Elaborar as leis municipais e fiscalizar a atuação do Executivo, bem como a Lei Orçamentária Anual, que define em que deverão ser aplicados os recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos, são as principais ações dos vereadores, que também recebem as demandas de cada região da cidade e acompanham as ações do Executivo, verificando se estão sendo cumpridas as metas de governo e se estão sendo atendidas as normas legais. Um trabalho aliado da população ribeirão-pretana, que garante a transparência e bom funcionamento da máquina pública.

Em 2017, o Supremo Tribunal Federal definiu que é constitucional a emenda a Lei Orgânica, que reduziu de 27 para 22 o número de vereadores da Câmara de Ribeirão Preto. “Fui o primeiro presidente da Câmara da atual Legislatura, em 2017, ano em que implantamos objetivamente a transparência em todos os atos administrativos. A minha atuação sempre foi pautada em concordância aos anseios da população de Ribeirão Preto, a quem realmente represento e continuarei tendo a mesma postura de respeito. Acredito que o número de 22 vereadores é suficiente para representar a população. Como vereadores temos o dever de nos mantermos qualificados e atentos às questões locais, para realizar um trabalho de excelência em relação à formulação de leis e fiscalização do Executivo”, destaca o vereador Rodrigo Simões.

Já o presidente do SICORP (Sindicato dos Contabilistas de Ribeirão Preto – entidade que integra a Casa do Contabilista), Valdir Zamoner, acredita que o número de 22 vereadores garante o equilíbrio entre a representatividade municipal, mantendo o respeito aos gastos públicos. “Garantir o direito que cada cidadão tem à sua manifestação sobre as políticas públicas, por meio do poder Legislativo, é uma questão nuclear. Mas também é necessário fomentar a moderação de custos em todos os âmbitos públicos, tendo em vista o momento financeiro que passamos, visando a “saúde” do bom funcionamento público”, afirma Zamoner.

A presidente da AESCON (Associação dos Proprietários de Escritórios de Contabilidade de Ribeirão Preto), Ana Corsino Picão, reforça que a redução do número de 27 para 22 cadeiras, garantirá economia aos cofres públicos. “Trata-se de uma questão de equilíbrio financeiro, algo que nossa cidade necessita no atual momento e, uma possibilidade maior que os munícipes terão de acompanhamento sobre o trabalho realizado por cada um dos representantes escolhidos na próxima legislatura”, destaca Ana. 

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